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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
DO CORREIO "AZUL" À "ENCOMENDA" POSTAL
O GDBP bateu na noite de ontem os CTT por 26-19 (17-7, ao intervalo), jogo respeitante à 3ª jornada (série A2) da 2ª fase da Liga INATEL 2012/13.
Foi a segunda vitória consecutiva da nossa equipa e foi também a segunda vez (também ela consecutiva) que jogámos contra um adversário em inferioridade numérica (apenas 6 elementos).
Desta vez, começámos o jogo em "grande", quer a defender, quer a atacar. Os primeiros 25 minutos foram de excelente nível e chegámos a ter, por 3 vezes, uma vantagem de 11 golos (15-4, 16-5 e 17-6). Nesse período, defendemos bem e atacámos, igualmente, de forma eficaz.
No recomeço, estivemos (tal como acontecera no jogo anterior) desconcentrados e precipitados.Inexplicavelmente, estivemos mais de 9 minutos sem marcar um golo sequer. O que permitiu aos CTT a marcação de 6 golos sem resposta, com o placard a passar para um equilibrado 17-13. Nos 5 minutos seguintes, reequilibrámo-nos e pareceu que iríamos "embalar" para uma vitória folgadíssima. Porém, voltámos a cometer imensos erros que foram permitindo a recuperação dos CTT, que, por mais duas vezes (22-18 e 23-19), se aproximaram, perigosamente, no marcador. Nos 5 minutos finais da contenda, conseguimos concretizar mais alguns golos que deram ao resultado final uma expressão numérica mais consentânea com o desenrolar da partida.
Na segunda parte, cometemos vários erros, sobretudo no ataque, o que permitiu ao adversário a obtenção de muitos golos de contra-ataque. O guardião contrário "sacou" várias bolas, umas por mérito próprio, outras por demérito nosso. O nosso triunfo nunca esteve, verdadeiramente, em causa, mas nesta parte complementar da partida perdemos por um parcial de 9-12. Não sendo grave, não é propriamente algo de muito positivo, atendendo a que o adversário tinha menos um jogador e que o cansaço se deveria reflectir mais na equipa opositora do que na nossa.
Mais uma vez, realce para a exibição dos nossos dois guarda-redes -- Véstia e Vilarinho. Com a baliza bem guardada, António Santos jogou à frente e estreou-se a marcar, no posto específico de pivot. Nuno Gonçalves, Filipe Teixeira e Miguel Militão estiveram de pontaria afinada e entre os três marcaram 19 golos. De resto, com excepção de António Cancelo (que até teve oportunidade para isso), todos os jogadores de campo marcaram golo.
Uma referência final: batemos o record de golos marcados num só jogo. Até agora (em 3 temporadas), apenas por 3 vezes tinhamos logrado marcar um máximo de 23 golos. Ontem, "caiu" essa marca.
Arbitraram Orlando Fernandes e Armando Pinho. Sem problemas, para variar.
Pav. Boa-Hora, 27 de Fevereiro de 2013.
Árbitros: Orlando Fernandes e Armando Pinho.
Marcha do marcador: 5-2 (5'), 10-3 (10'), 12-3 (15'), 15-5 (20') e 17-7 (25', intervalo); 17-10 (30'), 19-14 (35'), 22-16 (40'), 23-19 (45') e 26-19 (50').
Alinharam e marcaram:
GDBP - João Véstia (Ricardo Vilarinho); Miguel Militão (5), Celso Larguinho (1), Nuno Gonçalves (9), António Cancelo, Filipe Carmo (3), Eduardo Chocalheiro (2), Filipe Teixeira (5, 1 de 7 metros) e António Santos (cap., 1).
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
...E chegámos a intraquilizar os campeões!
A nossa equipa de andebol realizou, na noite da passada sexta-feira, o último jogo de 2012, contabilizando uma nova derrota, desta vez por 16-26 (8-9, ao intervalo), em partida da 4ª jornada (série B) da fase inicial do Liga INATEL/Lisboa 2012/13.O adversário foi, novamente, a Tranquilidade (ex-Sobralinho), equipa que com a antiga designação se sagrou campeã, nas duas últimas temporadas.
Foi, pois, diante de um opositor fortíssimo que tivemos de nos bater. E fizemo-lo, de forma brilhante, durante grande parte da contenda, acabando por soçobrar por um resultado que não deslustra, atendendo às circunstâncias da partida. Há que dizer que, do lado da equipa adversária, faltou uma "pedra" fundamental: Danilo Ferreira, ex-campeão europeu de juvenis. Mas, pelo nosso lado, foram várias as ausências de "peso" (André Teixeira, Celso Larguinho, Eduardo Chocalheiro, Pedro Carvalho, entre outros), pelo que não se pode dizer que tenha sido por aí que o equilíbrio registado em largos momentos de jogo encontre justificação.
Na verdade, as ausências registadas na nossa equipa fizeram, certamente, mossa maior do que as verificadas no nosso opositor. Tivemos apenas 9 jogadores disponíveis para o jogo (dos quais 2 eram guarda-redes) e, no decurso da contenda, ficámos ainda mais limitados face a uma lesão de um dos nossos mais influentes atletas.
Os primeiros 15 minutos de jogo confirmaram a esperada superioridade do adversário, que ganhou confortável vantagem (2-8). Mas nos últimos 7 minutos dos primeiros 25, reagimos de forma notável e fomos, claramente superiores, como atestam os 6 golos marcados contra apenas um sofrido. Grande capacidade defensiva, lançamento de rápidos contra-ataques, eficácia atacante. Tudo fomos capazes de mostrar nesses minutos em que estivemos absolutamente brilhantes. A intranquilidade tomou conta do adversário. Foi curioso ver os seus jogadores a discutirem entre si, depois de mais uma falha, originadora de um turn over ou de um golo sofrido. O intervalo chegou com uma desvantagem mínima que era, ao mesmo tempo, um prémio para a nossa exibição e, ainda assim, um castigo, porque era... uma desvantagem.
A história da segunda parte foi diferente. Conseguimos mantermo-nos na discussão do jogo e do resultado durante os primeiros minutos, mas, então, uma arreliadora lesão afastou definitivamente Nuno Gonçalves da partida. Sem que tivessemos "banco", os restantes jogadores de campo foram obrigados a "aguentar" até final. O desgaste físico acrescido e o valor do adversário acabaram por "cavar" uma diferença excessivamente pesada para a exibição que rubricámos.
Num jogo com estas características, díficil é, mais uma vez, fazer referências individuais. Ainda assim, menção para a exibição de Filipe Teixeira, de pontaria afinada (7 golos) e para o grande sentido colectivo e espírito de sacrifício de todos os restantes. Vítor Martins estreou-se em jogos da temporada 2012/13 e foi literalmente "obrigado" a jogar muitos mais minutos do que as suas capacidades físicas o permitem.
A arbitragem de José Francisco e Joaquim Mateus teve pequenas falhas, mas nada de muito relevante. Realce, ainda, para o ambiente de grande correcção em que a partida decorreu. Com agressividade "natural", mas sempre dentro dos limites do razoável.
Pav. Boa-Hora, 11 de Dezembro de 2012.
Árbitros: José Francisco e Joaquim Mateus.
Marcha do marcador: 1-1 (5'), 1-4 (10'), 2-8 (15'), 5-8 (20') e 8-9 (25', intervalo); 10-13 (30'), 11-15 (35'), 12-19 (40'), 14-22 (45') e 16-26 (50').
Alinharam e marcaram pelo GDBP:
GDBP - João Véstia (António Santos); José Azevedo (1), Nuno Gonçalves (4, 2 de sete metros), António Cancelo (capitão), Nuno Amaral (3), Filipe Teixeira (7),Miguel Militão e Vítor Martins (1).
Crónica por Vítor Martins.
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Nota Alta para a Nossa Exibição
A nossa equipa de andebol foi derrotada, na noite da passada Quarta-feira, por 12-13 (6-6, ao intervalo) em jogo a contar para a 3ª jornada da fase inicial do Campeonato do INATEL 2012/13.
O adversário foi, desta vez, a Casa da Moeda, uma das equipas mais fortes da competição. E perante um conjunto fortíssimo pode dizer-se que fizemos uma exibição memorável, a que só faltou o "prémio" de um empate (ou mesmo de uma vitória).
Durante os 50 minutos do jogo, estivemos concentrados, defendemos de forma exemplar e atacámos com cabeça e serenidade e nunca desistimos de lutar pela vitória.
Os primeiros minutos foram de grande equilíbrio e poucos golos. Aos 17 minutos, perdíamos já por 2-5 e parecia que a Casa da Moeda poderia começar a "embalar" para um triunfo fácil. Mas então com a a alteração do nosso sistema defensivo (5x1, com José Azevedo à frente), começámos a "emperrar" o jogo do adversário e a conseguir, pela nossa parte, "sacar" bolas e protagonizar contra-ataques. Quatro golos consecutivos em 5 minutos colocaram-nos a vencer à beira do intervalo, mas um golo sofrido já à entrada do último minuto levou as equipas empatadas para o descanso. Não que sem antes, Filipe Teixeira, com o tempo esgotado, rematasse com estrondo à barra, num livre de 9 metros.
A segunda parte teve uma história muito semelhante. Boa capacidade defensiva, com muita luta e empenho dos nossos jogadores, e muita "cabeça" no ataque. Sempre com equilíbrio no marcador.
Com o tempo a passar e sem conseguir distanciar-se no marcador, a Casa da Moeda foi endurecendo o seu jogo, com permissão dos árbitros. A 6,40 minutos do fim, ocorreu o lance que pode ter determinado o desfecho final. Nuno Gonçalves concretizou em golo mais um ataque nosso (passando o resultado para 12-12), mas foi alvo de uma entrada duríssima. Deveria ter havido sanção disciplinar (2 minutos de exclusão para um jogador adversário), mas não houve. Filipe Teixeira protestou (justamente) e foi ele o excluído. E perante a sua manifestação de espanto e indignação, foi punido com mais dois minutos suplementares. Conclusão: em vez de ficarmos a jogar 7 contra 6 durante dois minutos, ficámos a jogar 6 contra 7 durante quatro minutos. E daí até ao fim só houve mais um golo e para o adversário.
Nada nos garante que o desfecho final não seria o mesmo, tendo nós superioridade numérica durante dois minutos ou tendo até o mesmo número de jogadores que o opositor. Nem sequer é isso que está em causa. O que importa perceber é que fomos penalizados triplamente (sem exclusão para o jogador da equipa contrária e duplamente para o nosso) num momento decisivo da partida.
Numa noite em que a nossa exibição roçou a perfeição, é manifestamente inadequado fazer referências individuais. Ainda assim, duas excepções. Uma para assinalar a estreia de Pedro Carvalho, que jogou a alto nível e como se já fizesse parte da equipa há "séculos". A outra para referir a prestação de João Véstia, que esteve quase intransponível. Se na baliza da Casa da Moeda esteve um guarda-redes internacional (João Meira), que mostrou a sua elevadíssima qualidade, na nossa esteve o João, cuja exibição nada ficou a dever ao guardião do adversário.
Mais uma vez, voltámos a ter uma arbitragem -- desta vez de Joaquim Mateus e Orlando Fernandes -- bastante irregular (e permissiva) em termos disciplinares e que se revelou muito penalizadora para a nossa formação. Novamente ficou provado que para os árbitros é mais aceitável a agressão do que o protesto. Inaceitável.
FICHA DE JOGO
Pav. Boa-Hora, 28 de Novembro de 2012.
Árbitros: Joaquim Mateus e Orlando Fernandes.
Marcha do marcador: 0-1 (5'), 1-1 (10'), 2-3 (15'), 5-5 (20') e 6-6 (25', intervalo); 9-7 (30'), 10-9 (35'), 11-11 (40'), 12-12 (45') e 12-13 (50').
Alinharam e marcaram pelo GDBP:
GDBP - João Véstia ; António Cancelo, Miguel Militão, Nuno Amaral (1), Nuno Gonçalves (4), Celso Larguinho, Eduardo Chocalheiro, Pedro Carvalho (3), Filipe Teixeira (3), André Teixeira, José Azevedo (1) e Pedro Franco. António Santos não chegou a ser utilizado.
Crónica por Victor Martins
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Os melhores do mundo jogam hoje
“Temos os melhores jogadores do Mundo e o melhor treinador do Mundo”. A frase faz hoje manchete na primeira página d’ “A Bola” e é, erroneamente, atribuída a um tal de Godinho Lopes.
A Secção de andebol do GDBP esclarece que a frase foi proferida pelo nosso director, Jorge Rodrigues, a propósito da nossa magnífica equipa na conferência de imprensa de lançamento do jogo desta noite, 28 de Novembro, (21 e 30), em que enfrentamos a Casa da Moeda, no derby que mais dinheiro movimenta no nosso país.
O desafio será disputado no Pavilhão do costume e vem em Boa Hora. Espera-se a primeira vitória da temporada e…dinheiro em caixa. Apareçam a apoiar a equipa de todos nós. A entrada é gratuita.
A Secção de andebol do GDBP esclarece que a frase foi proferida pelo nosso director, Jorge Rodrigues, a propósito da nossa magnífica equipa na conferência de imprensa de lançamento do jogo desta noite, 28 de Novembro, (21 e 30), em que enfrentamos a Casa da Moeda, no derby que mais dinheiro movimenta no nosso país.
O desafio será disputado no Pavilhão do costume e vem em Boa Hora. Espera-se a primeira vitória da temporada e…dinheiro em caixa. Apareçam a apoiar a equipa de todos nós. A entrada é gratuita.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
(In)tranquilidade ditou derrota pesada
A época 2012/13 de andebol, começou com uma derrota para a nossa equipa que, na noite da passada Sexta-feira, perdeu com a Tranquilidade por 9-24 (4-11, ao intervalo), em partida da ronda inaugural do Campeonato do INATEL.
Perante uma equipa aparentemente "nova", o desfecho poderá parecer surpreendente e muito "pesado". Mas se se disser que esta equipa da Tranqulidade é a mesma que nas épocas anteriores disputou o Campeonato com o nome de "Sobralinho" -- e que se sagrou campeã de Lisboa nas duas últimas temporadas -- tudo se torna mais justificável. Na verdade, o desfecho desta partida pouco difere dos resultados averbados na época passada, ante os mesmos jogadores, então em representação de uma equipa diferente. Na temporada transacta, perdemos por 10-26 e por 11-33. Se é verdade que nesta partida marcámos menos golos que nas anteriores, também é verdade que foi o jogo em que menos golos sofremos. Fraco consolo, porém, para a nossa exibição.
A história do jogo é fácil de contar, face à grande superioridade do adversário. Entrámos bem e equilibrámos o resultado nos primeiros minutos, mas, depois, cometemos muitos erros, sobretudo no ataque, permitindo vários contra-ataques ao opositor. Doze minutos sem marcarmos qualquer golo, ditouo afastamento no marcador, pelo que ao intervalo já perdíamos por 7 golos de diferença (4-11).
Os primeiros minutos da segunda parte foram alucinantes, com os os golos a sucederem-se numa e noutra baliza. Mas, depois, o ritmo baixou, revelámos mais cansaço e menos concentração e apenas fomos capazes de marcar 2 golos nos últimos 20 minutos (contra 9 do adversário), pelo que a diferença se acentuou, naturalmente.
Numa noite de pouca inspiração, salientem-se as exibições dos nossos 2 guarda-redes (João Véstia e António Santos). Defensivamente, quando o adversário esteve em ataque organizado, estivemos razoavelmente bem, conseguindo interceptar vários ataques, com destaque para os "roubos" de Celso Larguinho. Já no ataque estivemos bem pior. Saúde-se o regresso e a inspiração de Nuno Gonçalves, autor de 7 dos nossos golos, claramente o mais inspirado de todos nós, na passada Sexte-feira. Filipe Teixeira esteve particularmente infeliz e viu uma boa "mão cheia" de remates seus, serem devolvidos pelos postes ou pela trave. Nalguns deles, faltou a tal "pontinha" de sorte que enviasse as bolas para dentro em vez de as colocar para fora.
Arbitraram José Francisco e Armando Pinho que, sem interferência no resultado, foram algo permissivos no capítulo disciplinar, não punindo convenientemente as (demasiado frequentes) duras entradas faltosas dos opositores.
FICHA DE JOGO
Pav. Boa-Hora, 16 de Novembro de 2012.
Árbitros: José Francisco e Armando Pinho.
Marcha do marcador: 2-2 (5'), 2-5 (10'), 2-9 (15'), 3-9 (20') e 4-11 (25', intervalo); 7-16 (30'), 7-18 (35'), 8-20 (40'), 9-21 (45') e 9-24 (50').
Alinharam e marcaram pelo GDBP:
GDBP - João Véstia (António Santos); Eduardo Chocalheiro, Nuno Gonçalves (7, 1 de sete metros), Nuno Amaral (1), António Cancelo, Celso Larguinho, Miguel Militão, Filipe Teixeira (1, de sete metros) e Pedro Franco (capitão).
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