segunda-feira, 29 de abril de 2013

VITÓRIA CTT (100 TER TRABALHO)


Prevista para a noite de ontem, a partida da 12ª jornada da fase final da Liga INATEL (Série A2), não se realizou por falta de comparência da equipa dos CTT. Averbámos, assim, a quarta vitória da temporada, registo que faz com, que desde já (e ainda nos faltam mais 7 jogos), tenhamos obtido mais triunfos do que aqueles que conseguimos na temporada finda.

Foi a quarta vez que tivemos os CTT como adversários e cada jogo com esta equipa revela-se com uma curiosidade "histórica". Há duas épocas atrás, a nossa primeira vitória de sempre foi conseguida contra este adversário, a 18 de Fevereiro de 2011. Tal como ontem, também por falta de comparência. Na mesma época, na partida da segunda volta (23 de Março de 2011), perdemos por um golo (23-24), um jogo em que, nem por um segundo, estivemos em desvantagem no marcador. O golo vitorioso da equipa opositora surgiu através de um livre de 7 metros, concretizado já após o apito final.

Já nesta temporada -- a 27 de Fevereiro de 2013 -- vencemos por 26-19, em jogo que assinala o maior número de tentos alguma vez alcançado pela nossa equipa. 

Ontem, avisados algumas horas antes de que o adversário não iria comparecer, nem sequer nos chegámos a equipar.

Pav. do Liceu Camões, 29 de Abril de 2013.
Equipa provável (em caso de ter havido jogo):
GDBP - João Véstia; Miguel Militão, Celso Larguinho, José Azevedo, António Cancelo, Filipe Teixeira, Nuno Amaral, Luís Casaleiro e André Teixeira. Havia, ainda, a possibilidade de Filipe Carmo também vir a estar disponível.

Uma nota final: José Azevedo terminou a época, dado que parte para a Alemanha, por motivos profissionais, ainda esta semana. Mais uma contrariedade e uma "baixa" importante. 
Para o Zé, fica o abraço de toda a equipa, votos de felicidade para o desempenho das suas novass funções e o desejo que possa regressar no futuro à nossa equipa. É com pena que o vemos partir, dado ser um atleta que sua a camisola e nunca a perde.
Vai, por empréstimo, com opção de retoma pela nossa parte, se não tiver quilometragem superior a 100 000. Tem claúsula de rescisão fixada em 40 milhões de dólares do Zimbabué e um hamburguer Honorato.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

REGRESSO ÀS VITÓRIAS


Após quatro derrotas consecutivas, voltámos às vitórias na noite da passada sexta-feira, diante do BES (18-16, com 9-8, ao intervalo), em jogo da 9ª jornada (e última da primeira volta) da série A2 da Liga INATEL 2012/13.

Foi uma vitória justa, com uma exibição aceitável, perante um adversário de bom nível. Beneficiámos, porém, do facto do opositor jogar toda a partida em inferioridade numérica. A partida iniciou-se, de resto, com algum atraso para possibilitar à turma adversária ter pelo menos 5 jogadores em campo.

Aproveitámos essa circunstância, a que sendo alheios não poderíamos ser indiferentes, para ganhar vantagem no marcador. Revelámos serenidade e não fôra alguns erros "infantis" poderíamos ter ainda conseguido "cimentar" mais o nosso avanço inicial. Aos 11 minutos, quando o BES ganhou mais um reforço e passou a jogar com 6 atletas até ao final da contenda, vencíamos por 5-2.

A formação opositora é, de facto, de bom nível e só o facto de passar a dispor de mais um homem permitiu-lhe equilibrar o jogo. Lentamente, foi recuperando a desvantagem, fruto da nossa precipitação no ataque organizado. Aos 22,5 minutos, o placard esteve, pela primeira vez, empatado (7-7). Até à pausa, golo lá, golo cá e vantagem mínima para o nosso lado (9-8).

Ao intervalo, o técnico Jorge Marques corrigiu alguns aspectos e "arrancámos" em força. Aos 8 minutos da segunda parte, vencíamos por 12-8, o que se veio a revelar decisivo para o desfecho final. Até muito perto do final conseguimos sempre manter essa confortável distância de 4 golos, sem contudo conseguirmos "cavar" mais a diferença. A dois minutos do fim vencíamos por 18-13, mas em pouco mais de um minuto (1.08) sofremos 3 golos sem resposta, que acabaram por dar ao resultado final uma expressão de relativo equilíbrio, justa pela reacção e espírito de combate da equipa do BES.

A vitória assenta, todavia, bem à nossa equipa que esteve paraticamente sempre em vantagem e apenas por duas vezes consentiu o empate (7-7 e 8-8, ainda na primeira parte). Tendo feito a nossa "obrigação", não deixa de ser verdade que fizemos um jogo "sério", apesar de não ter sido brilhante.

Num jogo em que contámos com o apoio moral do nosso decano (lesionado) António Santos, uma nota para referências individuais às prestações de José Azevedo (bem a defender e a atacar), Cancelo, Celso e Nuno Amaral no plano defensivo. Já Eduardo Chocalheiro e Filipe Teixeira destacaram-se sobretudo no ataque. Filipe Carmo também esteve bem quando utilizado como pivot. Miguel Militão e André Teixeira estiveram algo infelizes no remate. Miguel rematou algumas vezes ao poste, o mesmo sucedendo a Filipe Teixeira. André revelou a sua utilidade (e polivalência) defendendo durante alguns minutos a nossa baliza, por exclusão temporária de João Véstia. Este esteve seguro e tranquilo, como tem sido seu apanágio nos jogos desta temporada. 

Arbitragem (boa) de Armando Pinho e Orlando Fernandes.

Pav. do INATEL, 12 de Abril de 2013.
Árbitros:  Armando Pinho e Orlando Fernandes. 
Marcha do marcador: 2-0 (5'), 5-1 (10'), 7-3 (15'), 7-6 (20') e 9-8 (25', intervalo); 11-8 (30'), 12-9 (35'), 14-10 (40'), 17-13 (45') e 18-16 (50').
Alinharam e marcaram:
GDBP - João Véstia; Miguel Militão, Celso Larguinho (1), José Azevedo (4), António Cancelo (cap.), Filipe Carmo (1), Eduardo Chocalheiro (3), Filipe Teixeira (4), Nuno Amaral (3, 1 de sete metros) e André Teixeira (2).

Crónica por Victor Martins

sexta-feira, 5 de abril de 2013

DERROTA POR CULPA PRÓPRIA


Mais um jogo, mais uma derrota, novamente por um golo. Em partida da  8ª jornada da Série A2, perdemos, na noite da passada sexta-feira, com o Ginásio de Queluz, por 14-15 (5-6, ao intervalo). Somámos, assim, a 11ª derrota da temporada (em 13 jogos), o que não deixa de ser decepcionante, mau grado todas as condicionantes que têm marcado a época. 

Desta vez, porém, poucas explicações podem existir para o péssimo jogo que realizámos. O adversário não era forte (muito longe disso), tinha apenas 7 homens (nós tinhamos 9), a arbitragem foi boa, não houve "casos".

O Ginásio de Queluz revelou-se uma equipa acessível. Prova disso? O facto de nos primeiros 17 minutos e meio de jogo ter marcado apenas 2 golos. O problema foi que a nossa equipa, no mesmo espaço de tempo, marcou...3. O desfecho da partida poderia ter sido aí decidido, mas como fomos particularmente ineficazes, deixámos o adversário com possibilidade de discutir o resultado e acreditar na vitória.

A primeira parte foi indescritível. Falhas (de parte a parte) ao nível do passe, da recepção, do remate. Consequência: poucos golos e um espectáculo absolutamente deplorável. O melhor momento dos primeiros 25 minutos aconteceu já depois do apito do árbitro, quando Filipe Teixieira (com o tempo esgotado) marcou, com êxito, um livre de nove metros.

A segunda parte foi um bocadinho melhor. Mais veloz, mais intensa, um bocadinho menos "disparatada". O resultado foi-se mantendo equilibrado e com alternância no marcador, mas nunca conseguimos ter a calma suficiente para tentar as jogadas colectivamente mais básicas que nos poderiam ter dado o triunfo. Em face de tudo o que aconteceu, perdemos o jogo. Castigo merecido, diga-se em abono da verdade.

Numa má exibição colectiva, há a salientar a capacidade concretizadora de Filipe Teixeira (8 golos e uma boa meia-dúzia de remates aos postes e à barra) e o empenho (apesar da pouca inspiração) do resto da equipa. António Santos "sacrificou-se", uma vez mais, jogando "à frente" e Luís Casaleiro estreou-se e revelou boa integração com o resto da equipa.

Arbitragem de bom nível de  Armando Pinho e Miguel Carvalho, este um jovem de promissor qualidade.

Pav. do INATEL, 5 de Abril de 2013.
Árbitros:  Armando Pinho e Miguel Carvalho. 
Marcha do marcador: 1-1 (5'), 2-1 (10'), 3-1 (15'), 4-3 (20') e 5-6 (25', intervalo); 6-8 (30'), 8-9 (35'), 10-11 (40'), 12-13 (45') e 14-15 (50').
Alinharam e marcaram:
GDBP - João Véstia; Nuno Amaral (1), Luís Casaleiro, Celso Larguinho, Filipe Teixeira (8), Filipe Carmo (1), António Cancelo (cap., 1), André Teixeira (3) e   António Santos.


V. Martins