quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Os melhores do mundo jogam hoje

“Temos os melhores jogadores do Mundo e o melhor treinador do Mundo”. A frase faz hoje manchete na primeira página d’ “A Bola” e é, erroneamente, atribuída a um tal de Godinho Lopes.
A Secção de andebol do GDBP esclarece que a frase foi proferida pelo nosso director, Jorge Rodrigues, a propósito da nossa magnífica equipa na conferência de imprensa de lançamento do jogo desta noite, 28 de Novembro, (21 e 30), em que enfrentamos a Casa da Moeda, no derby que mais dinheiro movimenta no nosso país.

O desafio será disputado no Pavilhão do costume e vem em Boa Hora. Espera-se a primeira vitória da temporada e…dinheiro em caixa. Apareçam a apoiar a equipa de todos nós. A entrada é gratuita.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Do fantástico ao fantasmagórico...

O GDBP perdeu, na noite de ontem, por 14-24 (8-9, ao intervalo), diante da Esferantástica, em jogo da 2ª jornada da fase inicial da Liga de andebol do INATEL, época de 2012/13.

Apesar do nome do adversário indicar tratar-se de uma equipa "nova", a verdade é que esta Esferantástica é a mesma equipa que, nas temporadas anteriores, competiu com o nome do Santander Totta. Trata-se, pois, de uma equipa bastante forte, organizada e possante.

Perante, pois, um adversário de bom nível, a nossa equipa deu uma excelente resposta durante toda a primeira parte. Defendemos bem e eficazmente, atacámos de forma serena e organizada, mostrámos "cabeça fria", raça e coesão. Todos estes predicados foram responsáveis por 25 minutos de grande brilhantismo, nos quais comandámos quase sempre o marcador. Aliás, a primeira vez que o adversário alcançou vantagem no marcador foi mesmo em cima do intervalo, quando, a 37 segundos do fim da primeira parte, colocou o placard em 9-8 a seu favor. Resultado, de resto, com que se atingiu a pausa.

Na segunda parte, a história do jogo foi completamente diferente. A nossa equipa esteve irreconhecível durante os primeiros 21 minutos, nos quais sofremos 14 golos e marcámos apenas 2. Onze minutos sem marcar (e 9 golos sofridos sem resposta) passaram o placard de um tangencial 9-10 para um irrecuperável 9-19.

Nos últimos 4 minutos, com tudo já decidido (e 10-23 no marcador), reagimos de forma exemplar, conseguindo recuperar alguma da enorme desvantagem e dando ao resultado final uma expressão menos cinzenta, mas ainda assim demasiado "pesada" para as nossas cores.

Como aspecto positivo, realce-se o excelente espírito de equipa e a homogeneidade das nossas prestações. Se na primeira parte, todos estiveram a nível altíssimo, já na parte complementar, não se pode destacar qualquer feito individual, tantos foram os erros cometidos. Louve-se, todavia, a briosa reacção final (4 golos em 4 minutos), onde, novamente, mostrámos saber jogar em equipa. Pena foi o "apagão" colectivo que nos lançou nas trevas do "esferantasmagórico", depois de uma exibição "esferantástica" durante três quintos do tempo de jogo.

A arbitragem de José Francisco e Armando Pinho voltou a ser demasiado permissiva no capítulo disciplinar, não punindo devidamente a excessiva dureza da equipa adversária. E quando o resultado estava bastante equilibrado (na primeira parte), Armando Pinho ainda validou um golo "esferantasma" ao opositor, decisão felizmente corrigida por José Francisco. Em suma, arbitragem pouco feliz da dupla mais experiente do Campeonato do INATEL.

FICHA DE JOGO
Pav. Boa-Hora, 21 de Novembro de 2012.
Árbitros: José Francisco e Armando Pinho.
Marcha do marcador: 3-3 (5'), 4-3 (10'), 5-4 (15'), 8-8 (20') e 8-9 (25', intervalo); 9-12 (30'), 9-16 (35'), 9-19 (40'), 10-23 (45') e 14-24 (50').
Alinharam e marcaram pelo GDBP:
GDBP - João Véstia (António Santos, cap.); José Azevedo, Celso Larguinho, António Cancelo, Nuno Gonçalves (7), Miguel Militão (2), Eduardo Chocalheiro (3), André Teixeira (1) e Pedro Franco (1).

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

(In)tranquilidade ditou derrota pesada

A época 2012/13 de andebol, começou com uma derrota para a nossa equipa que, na noite da passada Sexta-feira, perdeu com a Tranquilidade por 9-24 (4-11, ao intervalo), em partida da ronda inaugural do Campeonato do INATEL.

Perante uma equipa aparentemente "nova", o desfecho poderá parecer surpreendente e muito "pesado". Mas se se disser que esta equipa da Tranqulidade é a mesma que nas épocas anteriores disputou o Campeonato com o nome de "Sobralinho" -- e que se sagrou campeã de Lisboa nas duas últimas temporadas -- tudo se torna mais justificável. Na verdade, o desfecho desta partida pouco difere dos resultados averbados na época passada, ante os mesmos jogadores, então em representação de uma equipa diferente. Na temporada transacta, perdemos por 10-26 e por 11-33. Se é verdade que nesta partida marcámos menos golos que nas anteriores, também é verdade que foi o jogo em que menos golos sofremos. Fraco consolo, porém, para a nossa exibição.

A história do jogo é fácil de contar, face à grande superioridade do adversário. Entrámos bem e equilibrámos o resultado nos primeiros minutos, mas, depois, cometemos muitos erros, sobretudo no ataque, permitindo vários contra-ataques ao opositor. Doze minutos sem marcarmos qualquer golo, ditouo afastamento no marcador, pelo que ao intervalo já perdíamos por 7 golos de diferença (4-11).

Os primeiros minutos da segunda parte foram alucinantes, com os os golos a sucederem-se numa e noutra baliza. Mas, depois, o ritmo baixou, revelámos mais cansaço e menos concentração e apenas fomos capazes de marcar 2 golos nos últimos 20 minutos (contra 9 do adversário), pelo que a diferença se acentuou, naturalmente.

Numa noite de pouca inspiração, salientem-se as exibições dos nossos 2 guarda-redes (João Véstia e António Santos). Defensivamente, quando o adversário esteve em ataque organizado, estivemos razoavelmente bem, conseguindo interceptar vários ataques, com destaque para os "roubos" de Celso Larguinho. Já no ataque estivemos bem pior. Saúde-se o regresso e a inspiração de Nuno Gonçalves, autor de 7 dos nossos golos, claramente o mais inspirado de todos nós, na passada Sexte-feira. Filipe Teixeira esteve particularmente infeliz e viu uma boa "mão cheia" de remates seus, serem devolvidos pelos postes ou pela trave. Nalguns deles, faltou a tal "pontinha" de sorte que enviasse as bolas para dentro em vez de as colocar para fora.

Arbitraram José Francisco e Armando Pinho que, sem interferência no resultado, foram algo permissivos no capítulo disciplinar, não punindo convenientemente as (demasiado frequentes) duras entradas faltosas dos opositores.

FICHA DE JOGO
Pav. Boa-Hora, 16 de Novembro de 2012.
Árbitros: José Francisco e Armando Pinho.
Marcha do marcador: 2-2 (5'), 2-5 (10'), 2-9 (15'), 3-9 (20') e 4-11 (25', intervalo); 7-16 (30'), 7-18 (35'), 8-20 (40'), 9-21 (45') e 9-24 (50').
Alinharam e marcaram pelo GDBP:
GDBP - João Véstia (António Santos); Eduardo Chocalheiro, Nuno Gonçalves (7, 1 de sete metros), Nuno Amaral (1), António Cancelo, Celso Larguinho, Miguel Militão, Filipe Teixeira (1, de sete metros) e Pedro Franco (capitão).